Pirapozinho - São Paulo
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Nossa História


   A idéia sempre existiu mais faltava coragem para a por em prática. No início havia apenas a vontade de criar um veículo impresso que circulasse com informações da comunidade católica de Pirapozinho, em estilo "House Organ". A iniciativa partiu do advogado José Carlos Cordeiro de Souza, sempre atuante nos movimentos da igreja, que compartilhou a idéia com seu amigo Wellington Eduardo Fadim que topou imediatamente o desafio.  Na ocasião fizeram o convite para outro amigo Claudinei Donizete Grandizoli (todos membros da C.J.C. - Comunidade de Jovens Cristãos, na ocasião), que por ironia do destino estava concluindo o curso de Comunicação Social habilitado em jornalismo na Universidade do Oeste Paulista, no ano de 2002 que também aceitou este desafio.
   Partiram do seguinte pensamento: fazer algo que envolvesse a sociedade em geral. Algo novo que transparecesse à Pirapozinho e região as informações e os fatos que realmente aconteciam, além de entretenimento, cultura e prestação de serviço.
   As dúvidas no princípio eram muitas. Buscaram informações de como poderiam realizar este projeto. Mas como nada é por acaso e Deus coloca as pessoas certas nos momentos certos em nossas vidas, conheceram o bancário Marcos Carmanhães, também advogado e proprietário do Jornal Folha da Cidade de Martinópolis, que ofereceu uma assessoria de primeira qualidade para gerar o fruto chamado Jornal Folha do Pontal.
   Na seqüência era escolher o formato (tamanho) do jornal: o conhecido tablóide ou revolucionar com o standard. Após levantamentos sobre preferências de leitores de diversos segmentos e custo operacional de cada um dos formatos, decidiram optar pelo standard, pois proporcionaria o que almejavam: um veículo de comunicação impressa de respeito, confiabilidade e sem preconceitos, algo que o tablóide não proporcionaria.
   A próxima etapa era as pendências jurídicas, pois era de conhecimento dos três que este veículo geraria empregos direta e indiretamente e que teriam de recolher os impostos devidos, como toda empresa deve fazer.
   Logo após chegaram a conclusão que sozinhos não "dariam conta do recado", por isso resolveram montar uma equipe competente que compartilhasse de seus objetivos, que "vestissem a camisa". Fizeram então o convite ao jornalista, também de Pirapozinho, Mário Ricardo Loyola Sereghetti, por já possuir experiência na área e por ser querido pela sociedade e também para Patrícia Martins que está na equipe até hoje.
   A primeira redação localizou-se à Rua Tiradentes nº 204. Ali se reuniam, sempre à noite e aos finais de semana, para elaborar o boneco (esboço em um pequeno formulário quadriculado) para ser apresentado aos patrocinadores. Acreditavam que o Folha do Pontal deveria ser um jornal como os grandes jornais eram na época. Escolheram os editorias e partiram para a luta. Claro que um veículo de comunicação precisa de incentivos para sobreviver. Para a idéia se tornar realidade deram início às parcerias.
   A vontade e a disposição era muito grande, mas ao mesmo tempo sabiam que as dificuldades seriam muitas. Mas mesmo assim, e com a ajuda de patrocinadores fiéis até hoje, a primeira edição foi lançada no dia 15 de março de 2003 com a seguinte manchete "III Pirapozinho Rodeio Country em Abril" com periodicidade mensal. A novidade causou felicidades em muitos e rugas em outros.
   Desta data em diante o crescimento foi contínuo. Novos parceiros foram conquistados e diversos tabus na cidade foram quebrados. A partir de agosto de 2003, o jornal teve sua periodicidade alterada para quinzenal e circulou assim até dezembro de 2003. De janeiro até julho de 2004, voltou a circular com a periodicidade mensal.
   Em agosto de 2004 houve uma mudança muito grande na estrutura e organização do jornal, que ganhou outra cara, outro rumo. A redação mudou para a Rua José de Alencar nº 599, sala 3, no centro da cidade.
   A partir daí o jornal voltou a circular quinzenalmente, ganhou um novo layout, e também novos membros na equipe. Entraram para a equipe a publicitária Milene Ouchi e o colunista social David Santos que com sua Coluna Vip enalteceu, e muito, o Folha do Pontal.
   Durante todo este tempo diversos colunistas e colaboradores estão ou passaram pelo jornal e não se pode deixa-los de lado: Pe Dirceu Montovani, Monsenhor Jésus Pereira dos Anjos, Renato Guerra, José Ricardo Narciso de Souza, Professor Djalma Barbosa de Oliveira, Antônio Cordeiro de Souza e André Miyagaki.
   Diversos fatos marcaram a história do Folha do Pontal, mas um com certeza ficará para os anais da história pirapozense: a realização do 1º Debate entre Candidatos a Prefeito de Pirapozinho. Buscando consolidar as instituições democráticas, o debate aconteceu no plenário da Câmara Municipal e foi transmitido, ao vivo, pela Rádio Comunitária Novo Milênio. O evento, sem dúvida, gerou grande repercussão no cenário político municipal.
   Os espaços estão sendo, cada vez mais, conquistados. O Folha do Pontal aos poucos atinge todas as camadas sociais e nesta trajetória uma respeitada carteira de assinantes foi criada, fato que alegra e muito toda a equipe para que possam trabalhar cada vez mais com entusiasmo, buscando sempre a verdade para a região. Com certeza a história desses três "Jovens Sonhadores" não vai parar por aqui. O Folha do Pontal tem muito a crescer e conquistar, levando a informação até o leitor com precisão e competência.

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Atualizado 06/02/2012 pelo BCB
   (Fonte:Banco Central)

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